Lideranças femininas discutem caminhos para gerir equipes diversas em idade, valores e formas de trabalhar
Por Lidia Capitani
Em 2024, o Brasil já somava 59 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, o que representava 27% da população total, de acordo com a ONU. O número só tende a crescer na próxima década, frente ao aumento da expectativa de vida, que entre 1950 e 2018 subiu em 25 anos, e à queda da taxa de natalidade, de seis filhos por mulher para dois no mesmo período. Como consequência, haverá cada vez mais prateados ativos no mercado de trabalho. Com o padrão de envelhecimento avançado na região, até 2044 os profissionais maduros serão 40% da população total do Brasil, também segundo projeção da organização intergovernamental.
Tal transformação está impactando diretamente as empresas, onde, pela primeira vez na história, as quatro ou cinco últimas gerações trabalham juntas no mesmo ambiente. Isto implica novos desafios e oportunidades. “Estamos falando de pessoas que nasceram e cresceram em momentos completamente distintos: profissionais nativos digitais convivendo com imigrantes digitais. Porém, a maioria das empresas e das lideranças ainda não se deu conta de que isso é uma realidade da sociedade”, alerta Andrea Tenuta, head de novos negócios na Maturi, consultoria especializada em diversidade etária.
Confira a reportagem completa em: Como as empresas estão lidando com times intergeracionais?



