De estoques elevados à consolidação dos brancos, dirigentes do setor apontam um ano de menos euforia e mais maturidade para o mercado brasileiro da bebida
Por Marcelo Copello
O mercado brasileiro de vinhos chega a 2026 em um momento de clara transição. Não se trata de um ano de euforia nem de expansão acelerada, mas de um período em que ajustes antigos se tornam inevitáveis e mudanças silenciosas passam a definir o rumo do setor. Estoques elevados, margens pressionadas, consumo mais seletivo e um cenário macroeconômico ainda instável formam o pano de fundo comum das conversas.
Para entender o que realmente está acontecendo ouvi com exclusividade 11 nomes centrais do mercado, presidentes das entidades, executivos de grandes vinícolas, importadoras, e-commerces e da maior rede varejista do país.
Confira a reportagem completa em: Descubra as tendências para o mercado de vinhos em 2026 | VEJA SÃO PAULO



