Raquel Brandão
Repórter Exame IN
Dono do Pão de Açúcar e do Extra, o GPA vem mostrando melhoras operacionais. Mas o balanço segue sendo seu grande desafio, com a rentabilidade ainda pressionada pela baixa visibilidade de geração de caixa.
Reagindo a uma forte queixa de caixa no balanço divulgado ontem à noite e à batalha societária que tirou Nelson Tanure – um possível comprador da fatia do Casino na empresa, o que poderia até se desdobrar para uma fusão com sua rede DIA– do jogo, os papéis implodem hoje, com queda de 28%. O empresário entrou no GPA em dezembro. Desde então, o papel tinha se valorizado quase 50%.
Confira a matéria completa em: GPA: “Objetivo é ter alavancagem sob controle até o fim de 2025”, diz CFO | Exame